sexta-feira, 25 de abril de 2014
Quantas dimensões a física conhece?
Oficialmente, apenas quatro, mas há teorias que sugerem até dez dimensões. Uma das correntes científicas que defendem as dez dimensões é a Teoria das Supercordas, que afirma que as dez dimensões interagiriam entre si como as cordas de um violino. Mas tudo fica só na especulação: os próprios cientistas admitem que, com a tecnologia - atual, ainda não é possível comprovar as dez dimensões.
Os dez mandamentos
Na Teoria das Supercordas, dimensões vão de uma simples reta até um conjunto de big-bangs
1. Antes da primeira dimensão, existe a dimensão zero, que é apenas um ponto. A conexão entre dois pontos forma a primeira dimensão, que é uma reta. Nosso conceito de largura vem dessa conexão entre os pontos
2. O plano é a segunda dimensão. Para ser bidimensional, um objeto precisa de dois valores numéricos (correspondentes aos nossos conceitos de largura e comprimento) para ser situado, porque ele tem dois eixos
3. A terceira dimensão é o espaço. Para um objeto, isso significa ganhar profundidade e se tornar tridimensional, ou seja, ser dono de três valores numéricos que o situem (largura, comprimento e profundidade)
4. A quarta dimensão é a duração ou o tempo. Ela é a linha que leva cada ser quadrimensional (como nós, seres humanos) do começo (eu bebê) ao final da existência (eu velhinho). Nós não percebemos essa dimensão, por isso não podemos voltar ou avançar no tempo para ver nossos "eus" passados e futuros
5. Na quarta dimensão, a cada momento, uma série de variáveis define o que seremos no instante seguinte. A versão que fica (o eu "normal") é apenas uma entre infinitas que poderiam rolar (como o "eu viking", "eu pirata" e "eu palhaço"). A quinta dimensão é o conjunto de todas essas versões
6. A sexta dimensão é o caminho entre as possibilidades da 5D. Seria como se todas as suas infinitas versões estivessem dispostas em um plano, como uma folha, e você pudesse dobrar essa folha, encostando um lado (o "eu normal", por exemplo) em outro lado (como o "eu viking")
7a. Os vários "eus" possíveis da 6D estão dentro de um universo. A sétima dimensão pega o conceito de linha temporal da 4D e aplica a todo esse universo, traçando uma linha do tempo que começa no big-bang, evento que teria dado início a tudo
7b. Mas não é só: a sétima dimensão também diz que, assim como cada um de nós, o universo também pode ter várias versões, e estabelece que existem universos alternativos ao nosso, originados do mesmo big-bang
7c. O "nosso" big-bang é apenas uma possibilidade. Podem existir outros big-bangs diferentes que podem ter dado origem a outros universos, os quais também podem ter infinitas versões. A 7D reúne todos os big-bangs e todos os infinitos universos possíveis
8. Imagine que cada uma dessas bolinhas da imagem acima é um dos big-bangs (com seus respectivos universos derivados) existentes na sétima dimensão. A oitava dimensão é um vértice, um ponto de intersecção a partir do qual se pode chegar a qualquer uma das "bolinhas"
9. Partindo da figura da 8D, imagine que o vértice é um ponto onde o plano formado antes pode ser dobrado. A nona dimensão nada mais é do que uma dobra nesse plano, para encostar um big-bang no outro e permitir viajar entre eles - como as viagens entre os "eus" na 6D
10. A décima dimensão é o conjunto de todos os caminhos para todos os big-bangs, que dão origem a todos os universos. Imagine pegar todas as nove dimensões e juntar tudo num pontinho. Essa é a décima dimensão - o fim do caminho, de onde não há mais para onde ir
Fonte: Blog Mundo Estranho
quinta-feira, 24 de abril de 2014
EXISTINDO ENTRE MONTES E QUEDAS...
Deus determinou que o mundo jamais o conhecesse por sua própria sabedoria, nos diz Paulo escrevendo aos de Corinto, na Grécia.
Ou seja: pelos meios humanos, por melhores que sejam, nenhum homem chega a conhecer a Deus — garante Paulo, ecoando Jesus, quando afirmou que não os sábios [laborando pela sua própria sabedoria], mas sim os pequeninos recebiam revelação.
Os judeus haviam pensado que por sua própria justiça humana, fruto de uma suposta obediência externa à Lei de Moisés, eles conheceriam a Deus ou pelo menos viveriam para não Lhe provocarem a Ira.
Os gregos, no entanto, são os judeus da sabedoria como salvação!
O monte Sinai dos gregos era o Olimpo. A Lei dos gregos era a Sabedoria ou a Filosofia.
Mas assim como Paulo decreta contra a presunção dos judeus “que todos pecaram e todos igualmente carecem da glória de Deus”, ele também decreta como voz do Evangelho aos gregos que viviam no Monte Sinai da Filosofia e da Sabedoria [o Olimpo], que Deus determinou que ninguém o conhecesse por meio de sabedoria humana ou da arte do filosofar; ou de psicologizar a existência, por exemplo.
Na ordem bíblica das Quedas o que se tem é o culto ao Belo [Satanás], o culto à Liberdade [Adão e Eva], o culto à Lei [os Judeus], o culto à Filosofia e à Sabedoria [os gregos] —; e, no final, ter-se-á a queda da Grande Babilônia, que é feita da soma de todas as quedas resultantes de todos esses “cultos humanos”.
Isto porque para Deus o Belo é o ser, a liberdade é amor, a lei é verdade, a Sabedoria é Crer.
Ora, se Deus determinou que ninguém o conheça por meios de auto-elevação, por que se queixa Ele de que eu não o conheça?
Ora, quando se diz que o homem não pode conhecer a Deus por seus próprios meios, apenas se diz o óbvio. Afinal, que é o homem?
A Terra nos diz quem somos quando ameaça falir em razão de nossa existência!
Se o Planeta não nos suporta, por que nos suportaria Deus?
O homem é pó, é poeira, é cisco arrogante, é sereno com complexo de Oceano, é uma breve névoa de soberba...
O único “Deus” que caberia em tal capacidade seria e é o próprio diabo!
Por isso o mundo jaz no maligno; pois lhe é natural seguir o Belo que pelo narcisismo desencadeou as demais quedas na criação, sendo que cada queda tem sua própria responsabilidade.
Então, eu digo: Estou perdido!
Sim! Pois, entregue a mim mesmo perdido estou de todos os modos!
Assim, a salvação está na Entrega à fé, e não em qualquer que seja o esforço humano.
A questão é que a doença humana é não crer.
Desde o início... Deus diz, mas temos que saber se é ou não assim como está dito. E tentamos a Deus e a vida, e o salário disso é a morte.
Ora, quem não crê jamais entrega e descansa. E, portanto, jamais é salvo.
Não é pela Estética, nem pela Auto-Consciência [Liberdade], nem pela Moral ou pela Lei, nem pela Sabedoria ou qualquer outro Monte para o qual se olhe e se diga “Eu subirei...” — que o homem se elevará para conhecer a Deus.
É simplesmente pela Confiança que se pode conhecer a Deus!
A Estética tem seu limite finito, a Auto-Consciência também, e o mesmo tem-se que dizer da Liberdade, da Moral e da Lei, e ainda da Sabedoria. Porém, a fé que age pela confiança em amor a Deus não conhece limites.
Tudo é possível ao que crê, disse Jesus; mas jamais disse isso de qualquer outra pessoa que se arvorasse a conhecer as ilimitações de Deus por meios próprios.
Somente a fé se abre ao Impossível, ao Absurdo, ao Impensável!
Por isso se diz que sem fé é impossível agradar a Deus.
Se o desejo é conhecer a Deus, o caminho é um só. O resto é exercício humano de esforço e presunção.
Creia e Conheça!
Nele,
Caio
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Foi o túmulo que ficou vazio, não a cruz!
Por Hermes C. Fernandes
Se o túmulo de Cristo ficou vazio, então, Deus aceitou Sua oferta pelo pecado, e estamos livres. Mas se a Cruz estiver vazia, nosso velho homem escapou ileso, e portanto, ainda vivemos sob a égide do pecado.
A Cruz é eterna! E a prova disso é que as Escrituras nos informam que o Cordeiro foi morto desde antes da fundação do mundo.
Há uma cruz histórica ocorrida na plenitude dos tempos, e que nada mais é do que a manifestação de uma cruz meta-histórica, ocorrida fora do tempo e do espaço.
O que acontece na eternidade não tem começo nem fim. Nesse sentido, a cruz é coexistente com Deus. Desde que há Deus, também há Cruz. Por isso, quando o céu se descortina diante dos olhos de João, o trono que se vê é ocupado por um cordeiro"como que houvesse sido morto".
Ele ressuscitou! Porém, Seu sacrifício não durou apenas seis horas. As mãos que criaram o Universo foram mãos crucificadas. Aos olhos de Deus, tanto o trono, quanto a Cruz, estarão sempre ocupados por Jesus.
Enquanto esteve na cruz histórica, o trono não ficou vago. E enquanto ocupa Seu trono de glória, a Cruz não está vazia. Nisso reside nossa salvação. Se Jesus houvesse descido dessa Cruz meta-histórica, não haveria razão para que Paulo declarasse: "Estou crucificado com Cristo". Ele não disse que havia sido crucificado, no passado. Ele disse que estava, naquele momento, crucificado com Cristo. Portanto, Cristo continuava na Cruz, e Paulo com Ele. Se Ele desce da Cruz, nosso velho homem escapa.
O sepulcro, porém, está vazio. O sepultamento de Jesus é um fato histórico, porém, não meta-histórico. Sua ressurreição também é histórica. Mas Sua Cruz vem antes de todos os antes, e será sempre viva depois de todos os depois. Por isso, no dizer de Paulo, o Cristo que pregamos é o CRUCIFICADO. Engana-se quem imagina que a Cruz foi a vergonha que só foi sublimada pela glória da Ressurreição. Não! Jamais houve manifestação maior da glória de Deus do que a revelada no Gólgota. Foi aquela glória que Ele desejou, ao pedir que o Pai lhe restituísse a glória que recebera antes que houvesse mundo.
As mãos que mantém as órbitas planetárias ainda exibem as cicatrizes. Sob a coroa de glória que há em sua cabeça ainda se vê as marcas deixadas pelos espinhos. O resplendor dos Seus pés é incapaz de disfarçar as feridas feitas pelos cravos. Embora tenham sido feitas num determinado tempo, tais feridas adentraram a eternidade e por isso, tornaram-se co-eternas em Deus. Se fôssemos capazes de retroceder no tempo, e reencontrássemos o Criador caminhando com Adão pelo Jardim, certamente veríamos as marcas. Ele as exibe como troféus, prova do Seu grande e incompreendido amor por Sua criação.
Assinar:
Postagens (Atom)


