sexta-feira, 21 de novembro de 2014

PARA QUEM QUER FAZER DE SUA IGREJA UM GRANDE NEGÓCIO


Mateus 7: 15-23




A seguir ensinarei uma formula mágica. 

Veja, é simples “criá-la”.

Você pode chamá-la como bem desejar.

Mas saiba: ela é um "programa" de Religião. E não tem nada a ver com Jesus, embora use o tempo todo o nome Dele como "senha de acesso" à confiabilidade no coração dos “clientes”.

A maior vantagem é que o progrma "roda sozinho", não precisa nem da ajuda de Deus, embora o nome "Dele" seja muito usado. Veja como ela (a máquina) e ele (o programa) funcionam. É simples. Qualquer pode aprender e ensinar. Foi "contruído" para facilitar o uso, tanto do "profissionais", quanto dos "clientes".

1. Usa o Nome de Jesus.

2. Usa todos os símbolos e linguagens religiosas de todas as religiões.

3. Estimula o ajuntamento de riquezas na Terra.

4. Reduz toda calamidade a uma Personificação do mal e de seus agentes.

5. Fala em Deus como quem fala de um Banco de Investimentos.

6. Ensina que Deus faz "novos negócios" com o dinheiro e com a fé quando alguém investe "Nele".

7. Se põe como o Banco Recebedor e o Garantidor das negociações.

8. Denuncia o mal das demais religiões enquanto sutilmente as valida como “realidade” e “verdade”.

9. Cria uma pirâmide de poder onde ascendem somente os que arrecadam mais.

10. Estabelece que nada funciona sem barganha com Deus.

11. Usa os testemunhais como demonstração de sua validade como máquina.

12. Elabora e uniformiza todas as suas ações e padroniza as suas linguagens.

13. Se oferece como Lugar do Poder.

14. Alimenta o povo com as simplificações mágicas como soluções.

15. Não ensina nada além de uma mecânica espiritual.

16. Não permite a criação de vínculos humanos em seu meio.

17. Ensina que a fé não é um dom, é um poder pessoal do homem.

18. Omite que a Graça de Deus exista, existindo apenas o sacrifício que cada um oferece a divindade.

19. Faz a Cruz de Cristo ter apenas valor de Presépio, como um cenário, não como poder libertador.

20. Faz a Ressurreição de Jesus ser apenas uma demonstração de Poder, não o fator garantidor da Graça da salvação.

21. Faz crer que a eternidade não interessa, mas tão somente as coisas do tempo.

22. Faz de conta que Cristo não precisa voltar. Como está, está bom.

23. Dá a impressão que o mundo pode continuar horrível, pois a única coisa que interessa é a “prosperidade” de alguns.

24. Não perde tempo com o papo de "boas obras", mas tão somente grandes contribuições financeiras.

25. O Dinheiro, a Máquina Marketeira e a Política são a sua “unção-upgrade” desse softwear de Religião.

26. Não há soluções fora do Endereço Físico de Deus na Terra: o Templo Maior e suas franquias não virtuais.

27. O "password" é usar o Nome Jesus como "senha" diferencial, mas manter todas as barganhas do medo funcionando.

28. O manual é a Bíblia, embora ela tenha apenas que ser "comprada" como um amuleto, mas não pode ser lida.

29. A oração não é parte da Devoção, mas do poder prático para se executar os desejos conforme o "programa".

30. Não existe devoção pessoal, mas apenas aquela que acontece dentro de uma “corrente” ou uma “campanha”.

E muito mais... Entrevistas com os demônios, intervalos comerciais para os possessos se recomporem, etc...

Quem quiser levantar muito dinheiro e fundar uma Religião “bem-sucedida”, aplique essas técnicas, e certamente “prosperará”.

Caso você não tenha o escrachamento necessário para ir tão longe — questões bobas de pudor que alguns ainda têm —, pode aplicar a mesma “formula” em partes, e de modo mais discreto, mais light, mais ameno. Também funciona. Mas não esqueça: a alma do negócio é a “dependência”, o “poder do medo”, e a “força do dinheiro”; e não esqueça: você precisa dizer que Deus é assim, e que até “Ele” só funciona à base de dinheiro. Sim! você tem que lembrar de dizer que é possível “comprar Deus”.

Esta formula funciona muito bem. Já foi testada inúmeras vezes na História. E no Brasil já demonstrou ser altamente eficaz.

Ah! Ia esquecendo: ela também é muito adequável ao sistema de Pirâmide.

Quem estiver frustrado e desejar acabar com a frustração, use a formula. Ela não decepcionará você.

Se está certo? Pra quem interessa? O certo é o que dá certo! Certo?

Só vejo um pequeno problema: os "donos de franquias" correm o sério risco de num Certo Dia Encontrar o Dono do Nome, e ocorrer o seguinte diálogo: --Franquiados: Em teu Nome realizamos milagres incríveis e muita gente acreditou; exercemos poder profético-autoritativo, e fizemos muitos decretos em Teu Nome; e com os demônios e com as forças das trevas, nós até brincamos, de tão bem que aprendemos a manipulá-las. Nos tornamos o maior “caso de sucesso” na Terra. Tudo em Teu Nome. --Senhor: Eu não sei quem são vocês. O lugar de vocês não é Comigo. Saiam daqui. O Diabo está aguardando. O endereço não é Aqui.

Bem, a escolha é sua!

O sucesso da Terra pode ser a desgraça da eternidade!

Mas lembre-se: a escolha é sua. Você tem o poder!

Caio

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Palestra Clóvis de Barros Filho - A vida que vale a pena

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Um transtorno que provoca transformação


Por Hermes C. Fernandes


TRANSformar – Ir além das formas estabelecidas

Além de não conformar-se, isto é, ajustar-se aos padrões vigentes, o Evangelho do Reino provoca transformações profundas, tanto no indivíduo, quanto na sociedade.

No indivíduo, esta transformação começa pela renovação do seu entendimento, conforme lemos em Romanos 12:2. Portanto, parte do subjetivo. Sua cosmovisão é radicalmente afetada. A maneira como se vê, e como enxerga a realidade à sua volta muda drasticamente.

Ele passa a perceber-se como um pecador carente da misericórdia divina. Há uma expansão da sua consciência (Metanóia no grego , ou arrependimento em português). Sua avaliação de si mesmo e do mundo passa a estar em linha com a avaliação feita por Deus. Suas opiniões particulares se rendem à verdade revelada na Palavra.

A introspecção inicial dá lugar a uma nova cosmovisão. Embora parta do subjetivo, não pára aí. Ao sentir-se transformado por Deus, o indivíduo é comissionado e desafiado a trabalhar pela transformação do mundo. Daí o caráter objetivo e abrangente da transformação proposta pelo Evangelho.

A injustiça imperante na sociedade começa a causar-lhe náuseas, porque seu coração agora bate no compasso do coração de Deus. E ele não se contenta a ser um mero espectador da história, mas almeja ser um agente subversivo do Reino de Deus.

O Espírito do Senhor que passa a habitar nele, o impulsiona a trabalhar pela restauração dos lugares há muito devastados pelo crime, pela injustiça social, pela corrupção, pela promiscuidade, e por tudo o que degenera o ser humano (Isaías 61:4).

A transformação desejada é precedida por um TRANSTORNO.

Transtornar é bagunçar o que está arrumado, para então estabelecer um novo padrão. Para dar uma faxina nada casa, é imprescindível que se tire as coisas do lugar.

Os discípulos de Jesus foram acusados de transtornar o mundo (At.17:6). Onde o Evangelho chegava, havia sempre uma desordem inicial, um alvoroço, como o que aconteceu em Éfeso, quando os comerciantes amargaram um enorme prejuízo por conta do culto a deusa Diana ter sido desacreditado.

Como já devem ter percebido, gosto muito de estudar a origem etimológica das palavras.

Algumas traduções trazem o vocábulo “alvoroço” em vez de “transtorno”. A palavra “alvoroço”, tem a mesma origem de “alvorecer”. Quando se tocava o clarim da alvorada no acampamento do exército romano, havia um alvoroço, que logo era seguido pela ordem matinal, com todos os soldados devidamente enfileirados.

A trombeta de Deus tem sido tocada, onde quer que o Evangelho do Reino seja anunciado. O alvoroço causado pela proclamação da verdade é o prenúncio de que a aurora está prestes a raiar.

Esta transformação deve abarcar todos os campos do conhecimento humano, e todos os setores da sociedade. A cultura, a ciência, a legislação, a educação, a família, nada fica imune ao fluir do Rio de Deus. E onde quer que ele passe, tudo revive ( Ez.47:9).

A igreja de Cristo não tem o direito de represar o rio da vida. Não somos lagoas de águas paradas, infestadas de micróbios e larvas de insetos. Somos o canal por onde passam as águas do rio de Deus. Deixemos, portanto, que elas desaguem no mundo, a fim de transformá-lo.

Uma religiosidade intimista, circunscrita ao indivíduo e às suas experiências, não poderá romper com os diques. O rio de água viva prometido por Jesus, flui do nosso interior, e não em nosso interior. O interior do homem é o ambiente de onde as águas transformadoras jorram, mas não é o ambiente onde elas devem desaguar.

Não deixe de acompanhar as próximas reflexões sobre o assunto. Indique também a um amigo.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Questões sinceras sobre Deus (Afinal, perguntar não é pecado...)


Por Hermes C. Fernandes


Recebi um e-mail recentemente com perguntas sinceras acerca de Deus. Embora tenha me pedido para respondê-lo por e-mail, resolvi publicar suas questões por acreditar que sejam as mesmas que estejam incomodando a muitos outros.

O que estiver em itálico, são as questões. Abaixo de cada uma delas, minha tentativa em respondê-las.

Vamos a elas:

Questão: Não entendo o por que de Deus ter feito a criação, especialmente o homem. Já ouvi muitas vezes gente falando que foi porque Ele queria que experimentássemos a vida, que era pra louvarmos a Ele e etc. Agora vem o problema: Todas essas explicações me parecem muito egoístas. Sendo Deus o todo poderoso e auto-suficiente, Ele não se sentiria sozinho na eternidade, Ele não precisava de nós. Ai Ele resolve criar bilhões de pessoa pra louvá-Lo, pra experimentar a vida e tal. Mas esquecemos que dessas bilhões, digamos que (chutando baixo) 30% delas não aceitaram a Jesus e morreram. Assim elas passarão a eternidade em sofrimento. Já que Deus é onisciente, Ele sabia que isso aconteceria. Eu, no lugar dEle, desistiria de criar a humanidade. Grande parte dela vai se perder, isso é muito sofrimento. Não me entra na cabeça isso.

Resposta: Egoísta, Deus? Por quê? Por querer compartilhar a vida com outros seres além d'Ele mesmo? Isso é egoísmo? Ele não nos criou por precisar de nós. Como você mesmo disse, Ele é auto-suficiente. Pai, Filho e Espírito Santo jamais poderiam sentir-Se sozinhos num relacionamento eterno de amor. Nem tampouco nos criou para testar Sua criatividade, para auto-afirmar-Se, ou coisa parecida. Ele nos criou porque Ele é amor. E o amor O faz desejar compartilhar com outros que existam fora do círculo trinitário.

Você diz que no lugar de Deus, desistiria de criar a humanidade, já que uma boa porcentagem dela se perderá. Trazendo esta questão para o cotidiano: você desistiria de comer porque parte do que você come é eliminado pelo sistema excretor? Eu sei que minha analogia não é perfeita, e chega a ser grotesca, porque comemos por necessidade, enquanto Deus não tem a necessidade de criar. Porém, o amor é uma força propulsora muito maior que a fome. É o amor que O impele a criar, apesar de todos os riscos. Cada um de nós é um sobrevivente entre bilhões de espermatozóides que disputaram um único óvulo. Você deixaria de desejar ter um filho por causa disto? Que bom que você não é Deus, hein? Se fosse, não estaríamos aqui trocando idéias.

Questão: Já que Deus é criador de tudo, ele criou o inferno e todas as "regras" que dizem que se não O seguirmos e não o aceitarmos vamos sofrer eternamente. As vezes isso me dá a impressão de um Deus ditador e repressivo. Tipo "se não fizeram o que mando vão sofrer". É outra coisa que não me encaixa na minha cabeça.

Resposta: Observe uma noite estrelada. Milhares de estrelas podem ser vistas à olho nu, tendo como pano de fundo um enorme espaço vazio, que se nos apresenta como um breu. Sem este contraste, jamais distinguiríamos a luz das estrelas. O equilíbrio do universo repousa sobre os contrastes. O que contrastaria com um prazeroso paraíso, senão um inferno de tormentos? Sem a existência do inferno, o Universo inteiro seria um enorme inferno, uma terra sem lei. A própria existência seria uma impossibilidade se não houvesse regras. Seres morais necessitam de parâmetros, de um sistema que incentive o bem, enquanto iniba o mal. Deus não criou o mal. Deus criou o bem. O mal nada mais é do que a ausência do bem. Deus não criou as trevas, mas a luz. As trevas são a ausência da luz. Da mesma maneira, o inferno é a alienação da fonte primeva da vida. Por isso, está destinado àqueles que decidiram viver para si mesmos, em vez de viver para o próximo, e sobretudo, para Deus. Aliás, o que você acharia se seus filhos o classificassem como "um ditador repressivo", simplesmente por não deixá-los fazer o que lhes dá na gana? Quem ama, impõe limites, visando o bem da pessoa amada. Quem ama, castiga, porque se importa.

Questão: O chamado Eu Sou e que a Bíblia diz que não muda nunca me parece dois deuses totalmente diferente no novo e no velho testamento. O velho, ele chega a ser cruel matando muitos povos que nem o conheciam. Já no novo, Ele é todo um paizão. Eu sei aquele negocio de pactos diferentes com a humanidade antes de depois de Jesus, mas isso não me é justificativa suficiente. Já que Deus é onipotente, ele poderia ter lidado com as coisas diferente na época do Velho Testamento.

Resposta: Como nos relacionamos com nossos pais? Quando crianças, eles nos castigavam, nos obrigavam a comer o que não queríamos, nos faziam ir pra cama mais cedo, etc. Depois que crescemos, embora não tenham deixado de ser nossos pais, passamos a nos relacionar com eles de maneira diferente. Lembro da primeira vez em que meu pai me chamou pra conversar. Enquanto dirigia, ele se desabafou comigo. Nunca havia conhecido aquele lado mais humano de meu pai. Fiquei surpreso quando me disse: Filho, preciso de alguém com quem conversar...e você agora é um homem e pode me compreender. Percebe a diferença?

No Antigo Testamento, Deus estava lidando com uma humanidade mergulhada num narcisismo infantil. Por isso, tinha que usar de rédeas curtas, severidade exacerbada, dureza. Mas depois de nos haver enviado o Espírito de Seu Filho, tornamo-nos espiritualmente maduros. Sobre isso, aconselho que leia as seguintes passagens: Gálatas 4:1-7; Colossenses 1:12; Efésios 4:14.

Espero ter-lhe ajudado, meu irmão. Se precisar, estamos aqui à sua disposição.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

A INTERNET COMO CONFESSIONÁRIO ATÉ NA MENTIRA…



A Internet, apesar de todas as mentiras, perfis falsos, conversa fiada, fantasia, engano, auto-engano, fabulas, invenções, etc... — é também um lugar de muita verdade...

Sim, verdade até nas mentiras...
Posto que até quando se mente na Internet..., o conteúdo da mentira revela sempre o conteúdo do coração do mentiroso; assim como o “perfil falso” conta a história secreta da fantasia do “perfilado”...; assim como também o “juízo precipitado” narra a fantasia do perplexo que se admira que aquilo ainda não tenha acontecido a ele... Ou, então, a Internet expressa as duvidas dos duvidosos sobre si mesmos, e não sobre os outros...
O que as pessoas precisam saber é que um instrumento de mídia como a Internet é, sobretudo, no caso de conteúdos, um confessionário universal, pois, quando se fala a verdade é bom; e quando se mente, ainda assim a pessoa se revela para quem entende, posto que em toda mentira haja a confissão da verdade como negação ou ocultamento...
Assim, todo mentiroso Internetiano está sempre se confessando, pelo menos para mim, em tudo aquilo que afirma como mentira...
Ou seja: a mentira dele é a verdade...
Nesse caso, basta não prestar atenção na mentira, mas nas construções do mentiroso...
Portanto, no meu caso, que vivo lendo cartas de pessoas ou ouvindo-as..., sempre que detecto a mentira, vejo também a verdade; pois, para cada mentira contada existe um interesse que fala qual seja a vontade do mentiroso...
Assim, quando me falam a verdade na Internet, louvo a verdade; e quando me mentem, louvo a Deus pelo discernimento tanto da mentira quanto da verdade ocultada pela bandeira da mentira...
O fato é que a cada dia tudo mais se arreganha na Internet; isto para quem aprende a ler as linhas...
Pense... Pense em você... Pense no que você pensa... Pense no que você diz... Releia o que você escreve, decreta e declara na Internet...
Leia a si mesmo e você se entenderá bastante...
Sim, desde que o faça na verdade...
Mas quem gosta e quer a verdade?...

Nele, neste tempo de Internet,


Caio