quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Mídia Sem Máscara na TV - Programa 7

Mídia Sem Máscara na TV - Programa 6

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O tempo se incumbe de revelar o valor de seu trabalho




Por Hermes C. Fernandes

A professora havia passado um trabalho para turma que deveria ser feito em dupla. O trabalho consistia numa entrevista com a aplicação de um teste psicológico que deveriam ser transcritos e entregues valendo a nota da última prova do período. Como havia feito o trabalho anterior em companhia de uma colega, resolvemos manter a dupla neste novo trabalho. Afinal de contas, a nota tirada antes foi um generoso 9 (poderia ter sido 10 caso a colega não houvesse se esquecido de incluir a conclusão).

Como a colega alegou que estaria sobrecarregada e não poderia dedicar-se ao trabalho, resolvi fazê-lo sozinho, porém, sem excluir seu nome.

Em pleno dia do meu aniversário, dediquei-me inteiramente à transcrição da entrevista e do teste, bem como à análise psicológica dos mesmos. Nem sequer pude sair com a família para comemorar meu aniversário. Informei à colega que teria que entregar o trabalho antes do prazo, pois no dia marcado estaria super ocupado. Ela pediu que enviasse para ela o trabalho para que ao menos imprimisse, já que não havia colaborado em nada até ali. Preferi imprimir, encadernar e entregar pessoalmente à professora. Porém, enviei uma cópia por e-mail para sua apreciação.

Já era madrugada quando recebi seu recado dizendo-se profundamente insatisfeita com o trabalho. Segundo ela, eu havia feito tudo errado e isso resultaria numa nota baixa para ela, fazendo com que perdesse sua bolsa do FIES. Humildemente, pedi desculpas e disse que fiz o melhor que pude. Na mensagem seguinte, ela me chamou de relapso (não com esta palavra), e que eu deveria ter prestado mais atenção às explicações da professora. Disse-me, então, que, já que o prazo para a entrega não havia vencido, ela se prontificaria a fazer outro trabalho, corrigindo os erros grosseiros que eu havia cometido. Eu disse que tudo bem. Não me importaria com isso, pois não achava justo que ela fosse prejudicada pelo meu suposto mau desempenho.

No dia seguinte, enviei uma mensagem pedindo que ela me mandasse uma cópia do trabalho para que eu pudesse apreciar, assim como eu havia enviado uma cópia do meu. Ela se sentiu ofendida e me enviou outra mensagem dizendo que não incluiria meu nome nesse novo trabalho. Estava tão estressada que usou palavras de baixo calão. Confesso que senti-me ofendido, porém, não perdi a linha. Procurei manter-me calmo. Disse apenas “tudo bem”. Então, comuniquei-me com a professora informando o ocorrido e pedindo que considerasse o meu trabalho como sendo apenas meu.

Esta situação me deixou extremamente mal. Já estava estressado com todo o corre-corre envolvendo o lançamento do meu CD, o aniversário da Reina, minhas bodas de prata, meu aniversário, etc. Aquilo foi a gota d’água.

De uma coisa eu tinha certeza: fiz o melhor que pude. E mesmo procurando agir com elegância, fui ofendido por uma colega a quem só quis ajudar.

Na segunda-feira, no comecinho da noite, recebo o recado da minha professora:"Parabéns, Hermes. Você tirou 10. Seu trabalho foi o melhor que já corrigi. Posso ficar com ele para usá-lo como exemplo para os demais alunos?"

Aquele simples recado encheu meu coração de alegria. Minha vontade era reenviar o recado para a colega, mas resisti bravamente, pois achei desnecessário me cartar depois da humilhação a que ela me submeteu.

Desde que decidi retomar minha vida acadêmica, sabia que poderia passar por situações desgastantes, mas jamais imaginava algo assim.

Resolvi compartilhar aqui para servir de estímulo àqueles que estão passando, já passaram ou vão passar por coisas semelhantes. Se deram o melhor de si, confiem. E se alguém quiser desfazer-se do seu trabalho, sigam confiantes. O tempo se incumbirá de revelar o valor de suas obras. 

Mídia Sem Máscara na TV - Programa 5

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

CONFORTOS, FAMA, VIAGENS E FROUXIDÃO EXISTENCIAL...


Quando eu era jovenzinho ouvia nas igrejas que o Comunismo tinha concluído que a melhor maneira de vencer o Capitalismo seria estimulando o estilo de vida capitalista, especialmente o lazer adoecido pelas drogas como “viagem”.

Obviamente que aos meus ouvidos de 14 anos de idade isso soava como ameaça, posto que nas igrejas o Capitalismo fosse a doutrina econômica de Deus e o Comunismo a do diabo. Além disso, eu sabia que existia também o desejo eclesiástico de fazer a juventude pensar que a cada baseado ou ácido [...] se estava chamando o “diabo do comunismo” para as nossas vidas.
Esqueci o assunto para sempre [...], até há pouco tempo atrás, quando vi um documentário sobre “Drogas Alucinógenas”, e em meio a tudo [...] lá se dizia justamente algo a respeito da KGB ter estimulado no passado o uso de LCD a fim de “alienar a juventude americana e internacional”...
Hoje, vendo um clipe musical na Vem e Vê TV e que foi feito pela Vinde, com letra minha e musica do Josué Rodrigues, e que compus a fim de estimular aCampanha Contra a Fome, do meu amigo Betinho, e que teve em mim um dos mais ardorosos proponentes e guerreiros do projeto na década de 90, lembrei das idéias conspiratórias das igrejas na minha juventude...
Isto porque [no clipe] vi muitos cantores gospel cantando juntos a minha musica, ao estilo “We are the World”, em um tempo quando eles todos ainda eram muitos puros e inocentes em relação ao que a maioria se tornou depois...
Os CDs, os DVDS, as paradas de sucesso, os contratos ricos, os Halls da Fama para eles criados, os cachês milionários, e, a reboque, as mulheres ou os muitos namoradinhos ou amantes, muito pó para animar os aleluias, muita vaidade para ungir o show — acabaram com eles todos...
Então me lembrei que ontem ao ver um filme sobre o radicalismo islâmico [...] pensei que o que de “melhor” poderia afetar a pulsão suicida de muitos dos que naquele meio fanatizado se oferecem para o martírio ou para a loucura terrorista [...], seria dar a ele todos os confortos dos veados dos meninos e meninas ocidentais...
Sim, se alguém deseja acabar com o terrorismo e com os homens bomba [...], basta que se faça um derrame de luxos, confortos e banalidades ocidentais sobre eles...
Sim, é fazer o território Palestino ou qualquer outro do mundo islâmico mais fanático [...] receber as desgraçadas benesses dos nossos adoecidos e enfraquecedores confortos, que, logo, logo, os guerrilheiros de hoje se tornarão os veadinhos de amanhã.
Sim! Já imaginou os jovens terroristas de hoje tendo cada um o seu DVD musical e seu status de artista do Islã?...
Rapidinho todo mundo viraria Infeliciano! Rsrsrs!
Assim, a esta geração se diz:
Jovens, eu vos escrevi porque sois frouxos, a Palavra de Deus morreu em vós e tendes vos dado avidamente ao Maligno!”
Por isto digo:
SOMENTE UM GRANDE PERRENGUE PODE SALVAR A ALMA DOS CRISTÃOS DO ESTADO DE AFETAMENTO FROUXO E ENFRAQUECIDO NO QUAL A ALMA DOS CRISTÃOS SE COLOCOU!
Pense nisso!

Caio