quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

“QUEM SOMOS NÓS?” – O FILME E SUA FILOSOFIA!


“Quem somos nós?” é o nome do filme que impressionou muita gente no ano de 2004, embora, somente no ano que passou ele tenha feito seu impacto aqui no Brasil.


O nome do filme em inglês é “What the Bleep Do We Know!?”, que também é escrito “What the #$*! Do We Know!?”.

“Bleep”, ou “#$*!”, no contexto da frase que dá nome a filme, segundo seus autores, significa uma neo-palavra mais passável para significar algo como o famoso “fuck” americano; posto no nome do filme de um modo a insinuar sem dizer. Portanto, o nome do filme seria “What the Fuck Do We Know!?”

A intenção do filme é fazer uma junção entre física quântica, espiritualidade, e a construção da realidade pelo pensamento. Entretanto, as bases do filme são os ensinos de JZ Night acerca de Ramtha, de quem os três autores do filme dizem ser devotos e seguidores.

Quem é JZ Knight?

Judy Z. Knight (nascida Judith Darlene Hampton em 16 de março de 1946, em Roswell, Novo Mexico) — é a auto-proclamada médium que criou a JZK, Inc., a qual é ligada à Ramtha’s School of Enlightenment.

Knight diz que em 7 de fevereiro de 1977, uma entidade chamada Ramtha, “The Enlightened One”, apareceu a ela e seu marido na cozinha de sua casa em Tacona, em Washington, no trailer no qual moravam. Ela viria a afirmar mais tarde ter sido transportada para fora de seu corpo, tendo tido muitas experiências. Knight também diz que desde então se tornou capaz de ser um canal perfeito para Ramtha, e isto pelo fato dela ter sido levada por ele para fora do corpo, o que permitiu que Ramtha a instruísse de um modo superior.


Os assuntos discutidos em “Quem somos nós?” incluem neurologia, física quântica, epistemologia (teoria do conhecimento), ontologia, metafísica, pensamento mágico e espiritualidade — embora tudo isto num nível muito básico no ambiento de cada ciência evocada no documentário.

Por esta razão a comunidade cientifica internacional se rebelou com o filme em razão de que, segundo eles, os “experts” que apareceram no filme-documentário, não são reconhecidos na comunidade cientifica como pessoas que de fato trabalhem em pesquisa em suas áreas, especialmente em física quântica. Além disso, em razão da motivação espiritual do filme ser o elemento pivotal de toda a história, os cientistas acham que a ciência foi usada de modo impróprio e parcial a fim de dar embasamento para a mensagem de Knight/Ramtha.

Aqui no site tenho falado muito em e sobre física quântica (Escreva a palavra “tempo” em “Busca”, ou a palavra “quântico” (a), e você achará textos sobre o tema). Portanto, me ajude lendo o que já escrevi sobre o assunto a fim de que eu não tenha que me repetir. Além disso, a introdução do livro “Nephilim”, de minha autoria, fala do assunto. O mesmo acontece no livro “Tábuas de Eva” — Ambos escritos em 1999 e 2000, respectivamente.

Ora, eu que sou interessado pelo tema há quase duas décadas, dormi vendo o filme no cinema. Não satisfeito com tão medíocre performance de interesse de minha parte, peguei a DVD para assistir em casa, mas dormi outra vez. Intriguei-me. Afinal, eu amo discussões sobre física quântica. Então o peguei a terceira vez, e, dessa feita, vi o filme todo.

Muita gente me pergunta o que achei do filme. Entretanto, até aqui pouco tenho falado no assunto. Por quê? É que tive sentimentos e discernimentos distintos sobre o filme e seu conteúdo. E quais são esses sentimentos? 

Ora, vi no filme coisa boa e coisa nem tanto assim...

O bom do filme é a sua tentativa de trabalhar com uma nova categoria de percepção aberta aos humanos pelas descobertas, mais teóricas ainda do que práticas, da física quântica. Categoria essa (quântica), a qual, sendo verdadeira, ajuda imensamente a discernir muito acerca de noções para as quais a “teologia” não tinha instrumentos de acesso, o que prejudicava imensamente a percepção de conceitos como a eternidade, tempo, liberdade do homem, e soberania de Deus; assim como também ajuda no discernimento acerca do conceito de passado, presente e futuro, em relação ao homem; e sua simultaneidade em relação Àquele que diz “Eu sou”.

Ora, me refiro à física quântica, e não propriamente ao filme, posto que nele ela é usada no argumento, embora não seja algo de aplicação aprofundada naquela produção cinematográfica.  

A ênfase do filme no fato do pensamento humano ser um fenômeno de natureza quântica, e capaz de alterar a realidade, me parece verdadeira, conforme escrevi em “Tábuas de Eva”, e, depois, aqui no site. Entretanto, não se pode ainda fazer uma teoria razoável sobre isto com base na ciência. Portanto, quando falo do assunto em tal perspectiva, faço afirmações de fé; conforme minha percepção, antes de tudo, daquilo que vejo como fenômeno explicitado na Palavra, e que possa ter sua ponte teórica já estabelecida em escala ainda que pequena pela ciência da física quântica.

O que achei ruim foi a tentativa de fazer a coisa toda passar por fato cientifico comprovado; e, também, por sentir que a indução do filme, mesmo naquilo que já se pode chamar de “comprovado”, apontava na direção de dar suporte a algo que, para mim, ainda não estava claro. Entretanto, depois de conseguir ver o filme e ter tirado minhas conclusões, pesquisei sobre ele na Internet, e vi que o embasamento da produção tinha tudo a ver com Knight/Ramtha, conforme falei acima.

Por último, julguei a idéia toda acerca de Deus algo totalmente definido pelas crenças Hindus ou do Panteísmo; sendo portanto, crenças num Deus Impessoal; sendo que, o ápice da pessoalidade no Cosmos, segundo o filme, é o próprio homem; posto que tem o poder de, pela pessoalidade, mudar o próprio Cosmos.

Depois que Jesus disse “Eu e o Pai somos Um”; e: “Aquele que vê a mim, vê o Pai”— fica impossível andar na direção de uma espiritualidade sem pessoalidade na relação com Deus.

Entretanto, não no filme, mas para seus autores, a pessoalidade espiritual só ganha realidade nos humanos vivos ou, na linguagem de Knight, desencarnados.

Assim, o que penso sobre o filme está acima exposto. Porém, vem a pergunta: E sobre os fenômenos nele apresentados? O que você pensa?

Creio que o Universo foi formado pela Palavra de Deus, sendo tirado do que não era; portanto, do que não existia.

Creio que a matéria é energia. Assim como creio que tudo o que existe é feito de elemento energético de alguma natureza.


Creio que o pensamento, como fenômeno, é um processo quântico; ou seja: ele é filho, fenomenologicamente falando, do que no mundo subatômico (ou seja: quântico), é “total probabilidade”; pois, o pensamento só pode acontecer num ambiente de variações totais dentro das limitações de nossa finitude; e esse “ambiente” de totais probabilidades é o que a dimensão quântica encontrada nas partículas subatômicas nos oferece.

Creio que toda a criação geme. Creio que ela aplaude. Creio que ela sente. Tudo conforme as Escrituras. O VT está cheio de tais afirmações.


Creio na conectividade de todas as coisas criadas; o que significa dizer que creio que todas as coisas são afetas umas pelas outras.

Creio que quando Paulo diz que “a criação está sujeita à vaidade”, o que ele diz é também que toda a criação existe sob o olhar humano, sendo afetada por ele — o qual, sendo caído, porém poderoso, impõe o ciclo da vaidade sobre a criação, alterando-a.


Creio que os olhos são as lâmpadas do corpo; o que faz com que o olhar não apenas mude o mundo pela interpretação do homem, com uma subseqüente ação do homem sobre ele, o mundo; mas também creio que o próprio pensamento humano tem o poder de alterar o que existe. Creio, por isto, que palavras, olhares, maldades, sentimentos bons e maus, etc. — têm poder sobre os elementos que lhes são inferiores na escala da criação, na qual, o ente pensamente é superior ao inanimado, ou ao ente que apenas sente e emite vibrações.

Creio que o processo pelo qual isto acontece se liga ao que Jung definiu como sendo o Inconsciente Coletivo. Entretanto, o processo pelo qual essas mudanças acontecem na Realidade — obedecem a leis de natureza por nós desconhecidas; e relacionadas ao Inconsciente Coletivo. Ou seja: creio que aquilo que a Bíblia chama de “a medida dos cananeus, do amorreus, dos heveus, etc. ...” — é o que Jung chamou de Inconsciente Coletivo. Aqui no site se encontra vários textos sobre o assunto.


Creio, portanto, que tal poder existe nos humanos, mas que é um poder fora do controle no que tange ao Coletivo; ou seja: às grandes mudanças. Pois, não vem de um apenas, mas de todos. Portanto, ninguém tem, pessoalmente, poder sobre o que é gerado por todos, na média de seus pensamentos, sentimentos, sonhos, pesadelos, ações e atitudes.

Creio que o mundo é feito de pensamentos. Sim! Dos pensamentos humanos. A Terra é outra coisa diferente do mundo. A Terra é física. O mundo não. O mundo é, segundo Paulo escrevendo aos Efésios, puro pensamento (Ef 2: 1-3)... — ainda que não seja pensamento puro, pois, segundo João, “jaz no maligno”.         


Assim, creio que o filme, apesar de sua inspiração basear-se em algo que não recomendo, conforme minha consciência do Evangelho acerca de “inspirações espirituais” — é positivo; pois, trata de questões que já são e serão cada vez mais importantes na compreensão do fenômeno humano.

E mais: eu creio que nos próximos anos a comunidade cientifica reconhecerá que o pensamento humano é um fenômeno espiritual, porém processado em nós de modo quântico. Assim, eu creio que em sua dimensão física, o pensamento é processado no coração dos átomos de nosso cérebro. Por tal razão creio que o pensamento afeta o mundo, e, depois, a Realidade; posto que todas as formas de energia se interconectam.

O filme, todavia, ainda é muito básico, posto que pára muito antes de algumas implicações mais profundas. Afinal, nele sub-jaz um desejo doutrinário relacionado à mensagem de Knight/Ramtha.

A Palavra criou o que existe! Ora, a Palavra não vem de Algo, mas de Alguém!

Assim, como negar que a palavra, o pensamento, os sentimentos, e tudo aquilo que, sendo finitos, são, todavia, derivados da Palavra Infinita, não teriam seu próprio poder a ser exercido sobre as coisas criadas?

Desse modo, eu também creio que os homens comem a sua própria produção de pensamento.

O Salmo 84 nos fala de como é feliz o homem que tem no coração (pensamento) os caminhos aplanados, pois, ele, pelas suas ações, transformará a realidade — “passando pelo vale árido, faz dele um manancial”.

Já o profeta Oséias (cap.4:1-3) nos diz que os pensamentos, sentimentos e atitudes humanas; uns contra os outros; não apenas destroem a humanidade, mas afetam toda a criação à nossa volta.

Além disso, conforme a Bíblia, a culpa humana individual e coletiva se acumula como juízo sobre o mundo e a Terra.

Ora, eu creio que cada vez mais a ciência chegará a tal percepção, ainda que agora, tais coisas sejam de-mais para o que a ciência empírica possui como “conhecimento provado”.

O mérito do filme, a meu ver, é o de trazer a discussão acerca da física quântica, e de suas possíveis relações com a Macro-Realidade, para a simplificação da tela de cinema, o que já abriu o apetite de muita gente para essa percepção que se torna cada vez mais fundamental para a compreensão do mundo que nos cerca, e, sobretudo, lança luz sobre o significado espiritual do homem no universo.

Ora, digo isto no espírito do que Paulo ensinou: “Examinai todas as coisas, e retende o que é bom”.



Nele, que criou todas as coisas, é que dou minha opinião,



Caio

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

FALANDO DA CRECHE DO AMOR QUE FREQUENTO...


Meu amor é ainda um amor infante e tolo…

Sim, é impaciente, é exasperado, é aflito pela prova, é zeloso de nada, é cansável com facilidade, espera que a injustiça seja vingada por outros [não por mim...], alegra-se apenas com a verdade que me seja conveniente, e não suporta tudo, nem crê em tudo e não espera tudo...
É amor de menino, por mais homem que eu me pense...
Sim, meu amor é pobre, é apressado, é capaz da deselegância e da irritação...
Até os que eu amo de modo visceral, como minha mulher, filhos, netos, mãe, irmãs e parentes... — ainda amo com imperfeição, por mais que alguém julgue que assim não seja...
Entretanto, sinto que a cada contradição da vida, a cada desgosto em relação a quem amo ou ao meu amor pelos que digo e sei amar, percebo que cresço...; sim, vejo que na contradição o amor dá saltos para além das imperfeições, minhas e dos outros...
Assim, esquecendo tropeços e criancices, busco a cada dia amar com adulteza, conforme Jesus.
Portanto, prossigo para o Alvo; e o Alvo é fazer de mim puro amor na vida; neste e na vida porvir; posto que meu destino seja Deus; e Deus é amor!
Sem desistir jamais..., Nele,

Caio

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Carl G. Jung – Livro Vermelho

“Muitos não querem saber qual é o seu desejo, porque poderia parecer impossível ou perturbador. Mas mesmo assim o desejo é o caminho da vida. Se você desconhece o seu desejo, então você não segue a si mesmo mas vai em direção a caminhos estranhos que os outros indicaram para você.
Então você não vive a sua própria vida, mas uma vida alienada. Mas quem deve viver sua própria vida senão você mesmo?
É não apenas estúpido trocar a sua vida por uma vida alienada, mas também um jogo hipócrita, porque você nunca poderá viver realmente a vida dos outros, você pode apenas pretender fazê-lo, decepcionando os outros e você mesmo já que só você pode viver sua própria vida”. (C. G. Jung – Livro Vermelho, p. 249)


sábado, 31 de janeiro de 2015

O papel da igreja no Carnaval: Entre Blocos e Retiros



Por Hermes C. Fernandes

Uma parábola sobre o papel da igreja durante o Carnaval

Epêneto era o presbítero responsável pela igreja em Roma, desde que Priscila e Áquila tiveram que deixar a cidade em busca de novos campos missionários. Epêneto foi um dos primeiros a se converterem através do trabalho realizado por Paulo nessa cidade.

Aquela igreja era muito ativa, sempre aberta a acolher as pessoas. Quando havia algum cataclismo, fome ou guerra, os cristãos se mobilizavam para socorrer as vítimas. Por causa de seu envolvimento com a dor humana, ganhou a simpatia de todos, inclusive de funcionários do palácio de César.

Num belo dia, ouviu-se o clangor do clarim. Todos se reuniram para ouvir o que o mensageiro do império tinha para anunciar. Em duas semanas, o exército romano estaria chegando de uma campanha militar bem-sucedida. O próprio César o receberia com uma Parada Triunfal, que seria seguida de um feriado prolongado dedicado aos deuses Marte e Saturno, também conhecidos como Apolo e Baco, divindades da guerra e do vinho, respectivamente. Seria uma grande festa, regada a bebidas alcoólicas e todo tipo de luxúria. A população sairia às ruas para assistir ao desfile das tropas romanas, dando-lhes boas-vindas, e assistiriam à execução de milhares de prisioneiros. Ninguém trabalharia naqueles dias.

Epêneto ficou preocupado com a notícia. Qual deveria ser o papel da igreja durante essa festa pagã? Ainda inexperiente como líder, reuniu alguns dos mais antigos membros da igreja para discutir o que fazer.

Um deles, chamado Narciso, pediu a palavra e deu sua sugestão:

- Amados no Senhor, por que não aproveitamos o ensejo para promover um desfile paralelo, onde demonstraremos ao mundo a nossa força, revelando a todos nossa lealdade ao Rei dos reis, Jesus Cristo? Podemos até copiar algumas de suas canções, adaptando-as à nossa fé. Em vez de exibirmos prisioneiros, exibiremos testemunhos daqueles que foram salvos. Vamos montar nosso próprio bloco, quer dizer, nossa própria parada triunfal. Pode ser uma grande oportunidade evangelística.

Epêneto, depois de algum tempo pensativo, respondeu: Caro Narciso, a idéia parece muito boa. Porém, quem ouviria nossa voz durante os momentos de folia? Nosso modesto bloco se perderia no meio de toda aquela devassidão. Ademais, a maioria das pessoas estará embriagada, incapaz de entender nossa mensagem. Também não estamos preocupados em dar uma demonstração de força. Jesus disse que nosso papel no mundo seria semelhante à de uma pitada de fermento, que de maneira discreta, sem chamar a atenção para si, vai levedando aos poucos toda a massa. Por isso, acho que sua idéia não é pertinente. Quem sabe em gerações futuras, haja quem a aproveite?

Levantou-se então Andrônico, que gozava de muito prestígio por ser parente de Paulo, e sugeriu:

- Amados, durante o Desfile Triunfal e as Saturnais, a situação espiritual da cidade ficará insuportável. Divindades pagãs serão invocadas, orgias serão promovidas em lugares públicos à luz do dia. Não convém que estejamos aqui durante essa festa da carne. A melhor coisa a fazer é nos retirarmos, buscarmos um refúgio fora da cidade, e aproveitamos esse tempo para nos congratularmos, sem nos expormos desnecessariamente às tentações da carne.

Todos acenaram com a cabeça, demonstrando terem gostado da idéia. Já que seria mesmo feriado, ninguém precisaria trabalhar. Um retiro parecia a melhor sugestão.

O velho presbítero ficou um tempo em silêncio, meditando. Todos estavam atônitos esperando sua palavra, quando mansamente respondeu:

- Irmãos, não nos esqueçamos de que somos o sal da terra e a luz do mundo. Se no momento de maior trevas nos retirarmos, o que será desta cidade? Por que a entregaríamos ao controle das hostes espirituais das trevas? Definitivamente, nosso lugar é aqui. Não Precisamos de exposição, como sugeriu nosso irmão Narciso, nem de fazer oposição à festa, retirando-nos da cidade, como sugeriu Andrônico. O que precisamos é estar à disposição para acolher aos necessitados, às vítimas da violência, aos desassistidos, aos marginalizados. 
A propósito, não temos estado sempre disponíveis para atender as pessoas durante as tragédias que tem abatido o império? E o que seriam tais desfiles, senão tragédias morais e espirituais? Saiamos às ruas, mesmo sem participar da folia, e estendamo-los as mãos, em vez de apontar-lhes o dedo, oferecendo compaixão em vez de acusação, amor em vez de apatia. Que as casas que usamos para nos reunir estejam de portas abertas para receber quem quer que seja, e assim, revelaremos ao mundo Aquele a quem amamos e servimos. Afinal, o reino de Deus se manifesta sem alarde, sem confetes, sem barulho, mas perturbadoramente discreto.

Depois dessas sábias palavras, ninguém mais se atreveu a dar qualquer outra sugestão.


* Esta é apenas uma parábola que elaboramos para emitir nossa humilde opinião acerca do papel da igreja durante o período carnavalesco. 

Literatura Fundamental 28 - O processo - Celeste H. M. Ribeiro de Sousa