quinta-feira, 7 de maio de 2015

COMUNISMO, SUA NATUREZA DESUMANA, DO PRINCÍPIO AO FIM, E A NOVA ORDEM MU...

CRIAÇÃO POR EVOLUÇÃO E POR REDENÇÃO!


Comemoram-se os duzentos anos de Charles Darwin e de sua Teoria da Evolução das Espécies. Até ele a criação era vista como algo fixo, sem mudança desde o 6º Dia da Criação.

Em momento algum, todavia, a Bíblia diz que o Pai já não cria e nem trabalha...
Ao contrário, Jesus disse: “Meu Pai trabalha até agora...”
Os cristãos querem um Deus que Intervenha na vida, mas não querem um Deus que continue criando...
Sim! Querem um Deus de milagres para o homem, de criações novas para o homem; mas que não seja milagroso na criação.
E mais: fazem diferença entre Jesus curando e criando um olho em um cego de nascença e Jesus criando um órgão em um peixe no fundo do mar...
Assim, se são informados que animais estão ainda mudando e evoluindo, ganhando novos membros ou órgãos de adequação à vida, acham que isto seja blasfêmia.
Deus criou em Dias Eras de tempo e de não tempo.
Cada dia do Dia de Deus é feito de bilhões de anos humanos?... Por que não? Quem declarou tal impedimento?
Deus não sofre o tempo; posto que o tempo exista Nele.
Entretanto, se crê que o Deus dos crentes, o Criador, não tinha nada a fazer antes do homem.
Assim, agora, depois do homem, somente o homem interessa a Deus, pensam eles.
Deus, no entanto, assim como redime desde antes da fundação do mundo, também cria desde sempre; e assim como nunca deixou de redimir, também nunca deixou de criar.
O Gênesis diz Quem criou.
A ciência tenta dizer como foi criado.
Uma coisa é o Autor. Outra a Obra.
A fé lida com o Autor. A ciência lida com as Obras.
Qual é o problema?
Até no quintal de minha casa vejo as coisas mudando, se adaptando...
O Salmo 104 nos diz que tais Obras de Renovação da Natureza é trabalho do Espírito Santo, o qual, sendo enviado sobre a Terra, renova toda a criação... sempre.
Mas a pressa e a presunção do homem querem dizer quanto tempo Deus tem que ter levado para criar...
E mais:
A Bíblia não quer dizer como Deus criou. Apenas nos diz que Ele falou e assim se fez.
O Deus de Jesus criou, cria e continuará criando!...
Ora, o que é que existe entre o Gênesis e o Apocalipse senão Evolução?
Sim! O que existe entre o Jardim e a Cidade Santa senão evolução?
Evolução como evolução é; ou seja: cheia de “catástrofes”.
Entretanto, eu pergunto: E qual é o problema?
Darwin não é meu inimigo.
Celebro sua ousadia e fé.
Todavia, lamento que os crentes tenham endiabrado o homem, exceto os crentes ingleses, os quais, pela via de gente boa de Deus como C.S. Lewis e outros, logo entenderam que ali não havia conflito entre a Bíblia e a ciência.
Na América, porém, Darwin virou o diabo!
Ora, Darwin nunca esteve em briga com Deus. Apenas, como um homem de ciência, desejava entender a criação.
Mas a insegurança dos crentes, que tenta fazer da Bíblia um manual de “Ciências”, comete o crime de tornar anátema aquilo que não entende e nem tem cabeça isenta para refletir em paz a fim de compreender.
Ao fim da vida, tendo sido visto lendo a Bíblia por um crente que trabalhava no jardim onde estava meditando, Darwin ouviu o homem perguntar como ele lia a Bíblia se não cria nem na Bíblia e nem em Deus. Darwin assustou-se e disse: “Ah! Não! Eu creio tanto em Deus quanto na Bíblia. O que eu digo é uma teoria de como Deus criou, mas não uma negação de que Ele tenha criado”.
Muito assustará os crentes quando e se virem, no Reino de Deus, Charles Darwin, Einstein, Newton, Copérnico, entre outros... — enquanto  muitos bispos estarão de fora...
Enquanto isto... o obscurantismo perdura.
Já imaginou se Deus está interessado na briga entre criacionistas e evolucionistas?
Ah, meus amigos, sem medo eu lhes digo que Ele não está.
Assisto documentários sobre a Evolução das Espécies e me deleito no amor de Deus!
Todavia, para mim, não há diferença se os 6 dias foram dias pequenos, mínimos de tempo ou se foram bilhões de dias e anos...
Entretanto, e se um Dia se tornasse um Dia apenas quando cada processo estivesse parcialmente concluído a fim de iniciar um outro...Dia?
Qual o problema?
Você está com pressa?
Não estou pedindo a sua opinião.
Apenas expresso a minha.
Afinal, quem pensa que cheguei aqui sem milhões de horas de oração e reflexão?

Nele, que trabalha até agora e continua criando sempre, ainda que não vejamos,

Caio

Fonte: Site de Caio Fábio

terça-feira, 5 de maio de 2015

NÃO É O CASO DE…


Por Carlos Bregantim
Mentor no “Caminha da Graça”, Estação Vila Mariana.


Alguns queridos estão me enviando este texto (http://www.ibab.com.br/ed090201.html)  de autoria do Ed René Kivitz, que é sempre pertinente nas observações e criticas que faz ao cristianismo atual, praticado por esta chamada “igreja evangélica brasileira”, que na maioria das vezes apenas reverbera o que já vem acontecendo nos EUA e outros lugares. (Leia o texto para entender o que estou escrevendo abaixo.)
Penso que estão me enviando este texto para me por a par que há esperança para os “cristãos evangélicos”, visto que há instituições cristãs evangélicas que estão informando corretamente seus auditórios.
De fato, me alegro sempre que leio e ouço falar que há um desconforto em quem prega o evangelho neste mercado religioso. Desconforto por conta do abismo que existe entre o evangelho de mercado e o EVANGELHO DO REINO.
Diante das informações dadas nos tópicos  “VOCÊ SABIA?”  e no “TRÊS COISAS EU SEI”,  além do desconforto e encorajamento singelo de se voltar às Escrituras, especialmente ao Novo Testamento, não caberiam  propostas mais contundentes?
Não é o caso de  propor uma desmobilização geral deste sistema religião cristão evangélico vigente, seja ele lá qual for?
Não é o caso de iniciar um esvaziamento de toda e qualquer influencia de quem quer que seja,  na leitura e interpretação das ESCRITURAS, isto é, devolver aos chamados leigos a responsabilidade de ler, avaliar, entender e aplicar as escrituras na vida?
Não é o caso de os lideres, que descobrem o que está relatado neste texto, isto é, que NOS DISTANCIAMOS TANTO DAS ESCRITURAS que o que está aí não tem nada a ver com ela, sim,  fossem eles os precursores de uma  DESMOBILIZAÇÃO RADICAL deste sistema religioso cristão evangélico, iniciando um processo de desestruturação do sistema?
Não é o caso de, para os que sabem tudo isto, estancar todos os processos de expansão de suas instituições religiosas, de modo que, pelo menos os que os ouvem, pudessem ser orientados a sair desta engrenagem demonizada que não tem mais nada a ver com a fé cristã?
Não é o caso de começar enxugar os orçamentos que normalmente são consumidos pela estrutura religiosa, e as demandas para manter a instituição religiosa em funcionamento?
Não é o caso de se estimular os devotos a não contribuírem com a manutenção e preservação de qualquer estrutura ou sistema religioso?
Não é o caso de  iniciar uma jornada de oração, suplicando ao Eterno que as “instituições  religiosas“ quebrem?
Não é o caso de desencadear campanhas para que deixem de contribuir com os “shows da fé” e este “circo gospel” que virou o “EVANGELHO” na televisão e rádios, de modo que seus “donos”  (os donos destes shows e circos) não tenham como pagar a fatura no fim do mês e sejam obrigados a tirar estes programas do ar?
Não é o caso de desestimular todo e qualquer tipo de investimento em quinquilharias religiosas, sejam elas quais forem?
Não é o caso de se estimular a diluição das “MONTANHAS DE SAL”  que se abrigam debaixo dos tetos frágeis dos templos religiosos,  de modo que desapareçam no chão da vida, onde de fato suas qualidades, embora, não sejam vistas, mas, seriam percebidas na sociedade, por conta dos sabores que produziriam?
Não é o caso de desobrigar esse chamado povo de Deus quanto às suas obrigações com suas instituições religiosas, seja em presença e patrocínio?
Não é o caso de insistir e levar as ultimas conseqüências o sacerdócio universal de cada seguidor de Jesus, liberando-o para viver segundo sua própria consciência cativa ao Senhor, o Pai das luzes?
Não é o caso de, em desejando esta desmobilização do sistema religioso, encorajar e inserir cada seguidor de Jesus em projetos e processos na vida...e não na estrutura religiosa?
Não é o caso???...
Você incluiria alguma proposta contundente? Acrescente aqui.
Sabendo disto, é razoável pensar na possibilidade de NÃO FAZER PARTE DESTE SISTEMA RELIGIOSO?
De que modo?
Vamos abrir um fórum sério, responsável, radical sobre este assunto, mas, que saia do palco das reflexões e vá para o chão da vida.
Vamos encorajar a simplicidade.
Encontros pequenos.
Encontros informais.
Vamos encorajar o engajamento radical na sociedade.
O mundo precisa de seguidores de Jesus em todas as frentes, todos os dias, o dia todo em todos os lugares.

Fonte: Site de Caio Fábio

sábado, 2 de maio de 2015

Deus odeia pecadores?

Deus irado

Por Hermes C. Fernandes


Desde que me entendo por gente, ouço a frase: Deus ama o pecador, mas odeia o pecado. Jamais ousei questionar isso, pois sempre fez muito sentido pra mim. Deus odeia o pecado por conta do mal que ele nos faz. Portanto, o ódio divino pelo pecado está diretamente ligado ao Seu amor por nós, pecadores.

Apesar disso, deparo-me com passagens bíblicas que afirmam que Deus não odeia apenas o pecado, mas também o pecador.

Tomemos como exemplo Provérbios 6:16-19, onde lemos:
“Estas seis coisas o SENHOR odeia, e a sétima a sua alma abomina: Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, o coração que maquina pensamentos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia contendas entre irmãos.”
Fica claro que Deus não odeia apenas a mentira, mas também quem a profere. Assim como também odeia o que engendra pensamentos malignos, o que promove contendas entre irmãos, o que possui olhar arrogante, entre outros mais. O salmista é ainda mais abrangente ao declarar que Deus odeia “a todos os que praticam a maldade”  (Sl.5:5). Ele odeia ao “ímpio e ao que ama a violência” (Sl.11:5). Basicamente, estas são as passagens mais usadas para respaldar o ódio que Deus nutre pelos pecadores.

Para alguns, jamais deveríamos afirmar que Deus ama igualmente a todos os homens, posto que alguns seriam alvos exclusivamente de Sua ira. Deus não poderia amá-los e odiá-los ao mesmo tempo.

Em cima desta compreensão, a meu ver equivocada, manifestações têm sido promovidas por cristãos ultraconservadores, ostentando placas que trazem inscrições do tipo “Deus odeia os gays”, “Deus odeia Lady Gaga”, e pasmem, “Deus odeia o Brasil”.

Somente os eleitos seriam alvo do amor de Deus. O resto da criação estaria sob a Sua ira por toda a eternidade.

Será que é isso que encontramos nas Escrituras?
De acordo com Paulo, “todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também” (Ef.2:3). Portanto, mesmo os eleitos já estiveram um dia sob a ira justa de Deus. Será que neste tempo, Deus deixou de amá-los? Claro que não!

Deus não passou a amar-nos quando fomos atraídos a Cristo. Pelo contrário, Ele nos amou mesmo quando estávamos mortos em nossos delitos e pecados. Ele mesmo afirma: “…com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí” (Jer.31:3). Ele nos atraiu por nos amar desde a eternidade. Mesmo quando estávamos sob Sua ira, Ele não retirou de nós o Seu amor.

O próprio Jesus declara que “aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece”(Jo.3:36). Ora, se sobre uns a ira de Deus permanece, é porque sobre outros ela é retirada.

O ponto que quero enfatizar é a possibilidade de Deus amar, mesmo enquanto odeia. Ele odeia aquilo em que nos tornamos, por causa do pecado, mas ama o que Ele nos criou para ser. Apesar de absolutamente odiosos, somos surpreendentemente amados.

Mesmo os réprobos são alvo do amor de Deus. Repare no que diz o salmista:“Piedoso e benigno é o Senhor, tardio em irar-se e grande amor. O Senhor é bom para todos tem compaixão de todas as suas obras” (Sl.145:8-9). Ora, se é verdade que o Senhor fez todas as coisas, “até o ímpio” (Pv.16:4), logo, Deus também o ama. Caso o contrário, não poderíamos afirmar que Ele tem compaixão de todas as suas obras.

Um exemplo disso pode ser encontrado no episódio em que Jesus é abordado por um jovem rico. O texto diz que “Jesus, olhando para ele o amou” (Mc.10:21). Não obstante, ele recusou a oferta de Jesus, e saiu triste por não querer abrir mão de suas riquezas pela vida eterna. Portanto, sobre ele permaneceu a ira de Deus.

Quando um filho meu apronta, naquele instante sinto raiva dele, mas nem por isso perco o meu amor. A diferença é que a ira é momentânea, mas o amor é eterno. O salmista diz que a ira de Deus dura só um instante, mas no seu favor está a vida (Sl.30:5).

Até quando está irado, Deus não desiste de amar. É Seu amor teimoso a razão de sobrevivermos à Sua justa ira. O profeta Habacuque conclui que mesmo na ira, Deus se lembra da misericórdia (Hc.3:2). E é justamente por isso que não somos consumidos. Enquanto Sua ira, além de tardar, dura um momento, Suas misericórdias se renovam a cada manhã.

A ira de Deus é a Sua reação ao pecado. Porém, o amor é aquilo de quê é constituído o Seu ser. Deus pode eventualmente irar-se, mas jamais deixa de ser o que é: amor. Deixar de amar seria aniquilar-se, deixar de ser Deus, negar Sua própria natureza. E a todos quanto ama, Ele os ama incondicional e eternamente.

Fonte: Blog de Hermes C. Fernandes