domingo, 21 de abril de 2013

Brasília 55 anos

Brasília

Beleza que contorna a norma brusca, e renasce
Se torna inumerável de vida
Faz do céu uma plataforma azul
Onde mora o mistério do simples e infinito.

Em anos, dias mais belos e puros
Dançarei nos seus frágeis outonos
Cúmplices de seus seios brancos
Sem medo ou fúria de falsos donos

Mas nessa primavera de tristezas,
Acalento todas nossas saudades desatinadas
ao som de todo nosso silêncio amargo
Brincando fazer tuas esfinges de sol coroadas.
Amo mesmo tudo que não posso tocar, mas que me toca sem sentir.

Post poetisa Thais Lima Rocha
Poema transcrito da coletânea “Concurso Nacional de Poesias”






































































































2 comentários:

Aureo disse...

Me fez reviver la bele época do inicio do desenvolvimento do Brasil que hoje querem voltar

Aureo disse...

Não sou um robô, não marionete, tenho minhas ideias e criação dada por Deus. vivo o hoje, e o amanha Deus proverá. O evento da Internet não me supreendeu o que me surpreende é o mau uso da mesma. Áureo o nome que brilha.